Minha experiência com amamentação

Quem me acompanha há algum tempo já deve ter percebido que não falei ainda sobre a amamentação, mas para tudo tem a hora certa. Minha experiência não foi como imaginei, como sonhei e nem como desejei.

Já falei aqui que Filipe nasceu prematuro, mas não foi só isso que o impediu, até porque existem casos de bebês prematuros que são amamentados. Além da prematuridade, meu filho nasceu com uma má formação no esôfago que foi corrigida com 3 dias de vida, essa má formação chama-se Atresia do Esôfago, ele nasceu sem o ligamento do esôfago com a traqueia, teve que operar após 3 dias do seu nascimento para fazer esse ligamento e poder receber o leite. Cada caso é um caso, a recuperação aconteceu muito bem, mas lentamente. Por quase 30 dias ele recebeu a alimentação parenteral na veia, e depois por sonda, e aproximadamente com quase 60 dias de vida que começamos os testes para amamentação, e aí veio nossa luta. Me preparei para esse momentos com todas as dicas disponíveis, mas um filho não vem com manual, vem com uma mãe.

Consegui contar resumidamente minha experiência no Confessionário da revista Bebê, difícil resumir essa historia que envolve tantos fatores, mas tem muito sentimento lá, quer saber o que falei e como foi essa experiência? Vem conferir aqui bebe.abril.com.br/blogs/confessionario/2014/10/20/nao-consegui-amamentar/.

“Nunca julguei e hoje nem passa pela minha cabeça julgar uma mãe que não amamenta ou não amamentou, sabe por quê? Porque ninguém sabe o que mãe e filho passam em sua intimidade, corro o risco de julgar uma mãe que teve dificuldade igual ou até pior que a minha. Dou o maior incentivo para a amamentação, sou totalmente a favor, mas julgar quem não o fez, jamais! Não compete a mim e acredito que nem a ninguém!”

Depois que ler, deixe seu comentário, estou acompanhando cada palavra deixada por lá.

Beijinhos!

Lívia